Em artigo recém-publicado, foi revelado que os adolescentes (idade média de 16,4 anos) com diabetes tipo 1 e em uso de bomba de insulina (34,8% dos 159 participantes da pesquisa) apresentam menos distúrbios (p < 0,001) e mais tempo de sono noturno (7,8h vs. 7,2h, p=0,013) do que aqueles que usam outras formas de administração de insulina injetável.1 De forma complementar, sabe-se que menos distúrbios e duração e qualidade adequadas do sono favorecem um melhor controle glicêmico, visto que auxiliam na regulação da secreção de diferentes hormônios.2

É fato! A população de idosos cresce cada vez mais. Graças à maior expectativa de vida, segundo o IBGE, as pessoas com mais de 65 anos de idade devem passar de 14,9 milhões (7,4% do total), em 2013, para 58,4 milhões (26,7% do total), em 2060.

Como a prevalência de diabetes também está aumentando, a conclusão que chegamos é de que teremos mais idosos diabéticos necessitando de assistência endocrinológica. Mas será que as pessoas com mais de 65 anos devem ser tratadas igualmente aos mais jovens?

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